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Teoria da arte como imitação

Imitação, emoções que escapam, amores perdidos, tempos hediondos, vozes que gritam, armas floreadas que não matam, obras que se destroem, a emersão da noite e do silêncio, aves que se pavoneiam em galerias, cães famintos, urinóis estéticos. A noite. O grito. O respeito. A paz. E a guerra. As quatros estações. A natureza morta. Os girassóis que brilham mas não numa noite estrelada. A voz. A palavra. A genialidade. A angústia. O belo. O feio. O que apraz. O protesto. O elogio. Os amores. Os velhos do Restelo. A sátira. A forma. A harmonia. A história. Aparentemente, estes termos soltos são ocos de significado. Mas não. São plenos de sentido e desembocam no mundo da Arte: Porque esta é imitação. Porque esta é expressão. Porque esta é forma, instituição e história.

Pretende-se, com esta introdução, transportar o leitor – espectador – para o mundo da Arte e do que ela (não) pode ser. Um universo de símbolos, susceptível das mais variadas leituras e igualmente rica na fruição que propicia e no conteúdo que desvela. Porque a arte faz parte da essência humana, constantemente se interpela: o que é a Arte? Será que tudo pode ser Arte?

Esta é uma questão ancestral que suscita, no campo filosófico, as mais desafiantes reflexões que perduram pelo tempo e à qual os alunos são chamados a responder, no âmbito da disciplina de Filosofia do 11.º ano. Dados estes pressupostos, os alunos do 11º LH2, CT1, CSE…, no emergir de um paradigma em que os estudantes assumem o protagonismo na construção do conhecimento, apresentaram trabalhos sublimes, numa galeria virtual, reveladora do que diz a Arte.

Fica o convite para o Jardin La Liberté d´Imitatin e para o Imitatus Pacem…

Entrem…. Fruam.

Célia Rodrigues, professora da disciplina de Filosofia

Trabalho dos alunos acessível AQUI.

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